It's incredible the way we keep imitating what comes from other countries. In the most stupid things, we are always looking to repeat like parrots what people abroad do. This time it is something called "kiss cam" or the camera which films couples and prompts them to kiss each other. Last week, during a basketball game between Brazil and the United States, in Washington, D.C., countring with the luxurious presence of President Barack Obama and first lady Michelle, the idea of kiss cam traveled the world. Obama had to kiss Michelle. And everybody applauded. It was the push we needed to do the same. This Sunday, in several Brazilian football stadiums the parroting began. Kiss cam arrived in Brazil. How original! Give me a break!
domingo, 22 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Nas mãos da piloto Maria
Puxa, acho que, pela primeira vez, embarquei numa aeronave pilotada por uma moça. Certamente, nada haveria de extraordinário nisso se não vivêssemos em uma sociedade ainda largamente machista e que nem sempre consolida conquistas antes negadas às mulheres. Foi um charme de voo, pela Azul, num céu azul e um lindo dia de sol nessa linda Salvador. Maria, o nome da nossa comandante, de voz forte e segura, nos conduziu pelos céus do Brasil e com total competência nos entregou em perfeita segurança no nosso destino. Lembro que não foi há muito tempo que um passageiro desclassificado armou o maior barraco num dos voos da empresa ao saber que o comando dos manetes pertencia a uma piloto. Que babaca! Elas são tão competentes e tão capazes quanto qualquer um de nós. Salve, Comandante Maria! Vida longa a essas pioneiras, rompendo fronteiras e preconceitos. Até a próxima, comandante! Bons vuelos! Blue skies always!
domingo, 3 de junho de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
30 anos sem Elis!

Elis Regina, uma das nossas maiores cantoras, morreu no dia de hoje, no ano já longínquo de 1982. Eu era um rapaz recém-saído da adolescência e adorava aquela voz rasgada e poderosa da "Pimentinha" do Rio Grande do Sul. Para mim, depois dele próprio, era quem melhor interpretava as canções de Milton Nascimento. "Ponta de Areia", "Saudade dos aviões da Panair", "Nada será como antes" e tantas outras maravilhas que saíram daquela garganta para inebriar nossas almas e nossos corações. Elis, na verdade, nunca se foi. Até hoje, como disse Maria Rita, sua filha, "o lugar dela nunca esteve vago", porque pessoas especiais como Elis não passam, transformam-se. Como muita gente, no dia que soube da notícia, eu também fiquei chocado. Elis morreu de overdose? Como pode? Elis tomava drogas? Elis era uma mulher infeliz, depressiva, enloquecida? Como pode? Lembrei-me de Maysa, aquela maravilhosa e louca de "Meu mundo caiu". Ainda bem que a música não morre. Elis está ainda entre nós, com aquela voz que encanta e nos deixa perplexos: "Eu quero uma casa no campo..." Viva Tavito! Elis vive. Esqueçamos o dia de sua morte. Pensemos que sua voz a mantém absolutamente e maravilhosamente viva. Viva Elis!
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