Felicidade! Ah, a felicidade. Estamos cada vez mais com medo dela. Se somos felizes, ainda que por alguns momentos, morremos de medo de externar nossos sentimentos. Estamos sufocados nos nossos receios, estancados no nosso tesão de querer amar, desejar, acender a chama que vela toda a nossa vida. Estamos tão covardes. Deixamos de nos aventurar. Nos trancafiamos nos nossos martírios, esmurecemos nos nossos desafios. Entregamos as nossas ruas ao bandido, que nos ferra como fera ferida e não nos deixa ser felizes na nossa mente, no nosso cotidiano de sofrimento. Onde buscar a felicidade? No beijo na boca? No gol da seleção? No quartinho secreto de uma sala de bate-papo? Onde esconde-se a felicidade? Temos medo dela porque esquecemos que viver é isso. É transitar. Despistar. Transitar.sexta-feira, 18 de junho de 2010
Por que temos medo da felicidade
Felicidade! Ah, a felicidade. Estamos cada vez mais com medo dela. Se somos felizes, ainda que por alguns momentos, morremos de medo de externar nossos sentimentos. Estamos sufocados nos nossos receios, estancados no nosso tesão de querer amar, desejar, acender a chama que vela toda a nossa vida. Estamos tão covardes. Deixamos de nos aventurar. Nos trancafiamos nos nossos martírios, esmurecemos nos nossos desafios. Entregamos as nossas ruas ao bandido, que nos ferra como fera ferida e não nos deixa ser felizes na nossa mente, no nosso cotidiano de sofrimento. Onde buscar a felicidade? No beijo na boca? No gol da seleção? No quartinho secreto de uma sala de bate-papo? Onde esconde-se a felicidade? Temos medo dela porque esquecemos que viver é isso. É transitar. Despistar. Transitar.Why we are losing our sensibility
I thought when I grew older I'd be able to better analyze human nature. I ain't. I think people are definitely leaving their sensibility behind. Hostility has become rule among friends, colleagues, lovers. Lovers who do not love, but hate. I thought I would be free to fly out in the sky as high as I wanted. Got my wings all right, but vultures are everywhere trying to curb my intentions, my flight plans, my endeavors. Why should I worry about them? Because they simply do not leave me alone. They are losing their senses and I hope they lose their heads as their world turns head over hills. I believe in coopeartion. Those who do and practice it, be here with me. I have got a dream. Here, take my hand; give me a hand. terça-feira, 1 de junho de 2010
O Havaí não é aqui
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Inhotim, que lugar é esse?
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Mariana, a primaz das Geraes
terça-feira, 28 de julho de 2009
Lulla e Collor: sem comentários
"Caminho das Índias" é uma doideira
A terceira (ou quarta) onda da globalização, sei lá, está aí. As fronteiras estão mais ou menos diluídas, as coisas que acontecem a milhares de quilômetros batem à nossa parte em segundos. O mundo, em certos aspectos, encolheu mesmo. E vários atores participam ativamente desse processo. Tudo bem. Mas Glória Perez e sua ponte áerea Brasil-Índia via Dubai, nos Emirados Árabes, é um verdadeiro fenômeno, um samba do crioulo doido. Como em O Clone, o povo voa de um país a outro em questão de segundos. Isso sem falar na doideira de tudo que é indiano falando português fluente. Ah, que maluquice! As cenas sobrepostas não convencem e aquela vaca preguiçosa comendo banana enquanto o povo morre de fome, não convence. Juliana Paes, a minha eterna e saudosa Ritinha, está uma chatice só. Chora como Céu de América e ainda tenta convencer que tem alguma química com o Márcio 'Bahuan' Garcia. Pelo amor de Deus! Maia deu para o dalit, casou com um brâmane, já corneado desde o início do casamento, e ainda tenta convencer ao marido que filho 'nascido de 12 meses' é dele. Acorda Raj, pois chifre que dá em brasileiro dá em indiano. Essa novela é mesmo uma doideira! E acabou sobrando pro Macaco Simão! Rá, rá, rá...
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