terça-feira, 28 de julho de 2009

Lulla e Collor: sem comentários

Este é um encontro emblemático. Quem te viu quem te vê, já dizia o grande Chico Buarque. O dedo de Lula lá no fígado do collorido senador também é emblemático. O que é a política. Vá procurar entender. Fiquei estupefato, mas Sebastião Neri, na sua imensa sabedoria, comparando Lula a Jânio Quadros, me fez entender os gestos tresloucados do presidente. Lula enloquece todo mundo e, ao mesmo tempo, mantém todos os seus aliados na coleira. Ele diz o que cada um dos partidos quer ouvir e afaga o ego de todo mundo, sem distinção. Nesses papos de política, nada de buscar coerência. O negócio é agradar no gogó e nos gestos todos os aliados, canalhas ou não. Quase oito anos no poder deram ao metalúrgico um diploma daqueles, digno de fazer inveja a grandes raposas como ACM e o próprio Zé Sarney. Jader ganhou beijo, Collor abraço, Sarney defesas públicas. O preisdente é mesmo um grande aprendiz. Collor pode já ter pago sua condenação. Exilou-se em Miami no maior luxo. É senador eleito. Mas seja lá o que for, esse abraço pegou muito, mas muito mal... E eu que briguei tantas vezes por Lula e pelo seu projeto de país... É duro.

"Caminho das Índias" é uma doideira

A terceira (ou quarta) onda da globalização, sei lá, está aí. As fronteiras estão mais ou menos diluídas, as coisas que acontecem a milhares de quilômetros batem à nossa parte em segundos. O mundo, em certos aspectos, encolheu mesmo. E vários atores participam ativamente desse processo. Tudo bem. Mas Glória Perez e sua ponte áerea Brasil-Índia via Dubai, nos Emirados Árabes, é um verdadeiro fenômeno, um samba do crioulo doido. Como em O Clone, o povo voa de um país a outro em questão de segundos. Isso sem falar na doideira de tudo que é indiano falando português fluente. Ah, que maluquice! As cenas sobrepostas não convencem e aquela vaca preguiçosa comendo banana enquanto o povo morre de fome, não convence. Juliana Paes, a minha eterna e saudosa Ritinha, está uma chatice só. Chora como Céu de América e ainda tenta convencer que tem alguma química com o Márcio 'Bahuan' Garcia. Pelo amor de Deus! Maia deu para o dalit, casou com um brâmane, já corneado desde o início do casamento, e ainda tenta convencer ao marido que filho 'nascido de 12 meses' é dele. Acorda Raj, pois chifre que dá em brasileiro dá em indiano. Essa novela é mesmo uma doideira! E acabou sobrando pro Macaco Simão! Rá, rá, rá...

Obama, Sarkozy e a bunda brasileira

A polêmica correu mundo. Última reunião do G8 em L'Áquila, Itália, e clicaram os presidentes Obama e Sarkozy dando uma forte "bizoiada" no derrièrre da representante brasileira do Junior 8, grupo de jovens oriundos de vários países selecionados para juntos discutirem os problemas que afligem o planeta. Rapidinho, hipocritamente, como sempre, a mídia americana tratou de limpar a barra do Barack, soltando o vídeo e demonstrando que, na sequência, ele estava apenas o lugar para a representante americana. Bem, Sarkozy, o garanhão de plantão do G8, não se fez de rogado e continuou seguindo o bum-bum brasileiro. Tampouco, mandou alguém dizer que não esteve ali extasiado. Confusão diplomática à parte, lá se foi o Brasil, de novo, roubando a cena, com os dotes físicos de "responsa" de suas mulheres. Pois é. Tavam ou não tavam?

terça-feira, 9 de junho de 2009

Back to Vitória da Conquista!

Cold and foggy weekend in Vitória da Conquista, Bahia, but I did have a great time there. Just returned from a three-day teaching marathon, working with teachers from various cities around southwestern Bahia. Very nice people, eager to learn, and full of interesting and enriching experiences to share. As usual, we had some time to get together and socialize a bit. On Sunday morning, the day this picture was taken, we had lunch together. We ordered "feijoada" from a nice local restaurant located on the "lado de lá", as they call the low and low middle-class section which is part of Vitória's folkloric social divide. The "lado de cá" of the BR-116 highway, potentially, comprises the area where the middle and high-middle class dwell. Most of them, as I learned later, were from the "lado de lá", which I thought was great. More opportunities to them. Those are details the visitor gets to know only when mingling with locals, of course. It was a great weekend at UESB, and I truly hope I have to chance to return. Salut from rainy Salvador, friends!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

As águas de maio

Não estamos vivendo nada de novo nessa terra de papel. As chuvas de maio chegaram e lá fomos nós 'navegar' nas nossas lamúrias e lamentações. Um toró nessa terça-feira negra parou a cidade de Salvador de fora a fora. Nada andava, tudo era água e, lógico, nos bairros da periferia, desabamentos, deslizamentos, enxurradas e afins destruíam, levavam casas e vidas. O horror de sempre e a velha mania de achar que a culpa não é toda nossa. Choveu muito e a solução foi ter paciência e esperar. A cidade travada dava os mais claros sinais de exaustão. Água demais, sujeira demais, lixo em excesso, falta de educação na medida certa para fomentar as tragédias nossas de cada dia. Mais uma. Mais um toró daqueles. O horror!

sábado, 25 de abril de 2009

Não reclamem com o bispo

Tem um ditado no Brasil que diz quando a gente tá retado, que procuremos o bispo para nos queixar. Aqui, talvez isso funcione. De quebra, tem até o "pé do caboclo", lá no Campo Grande, lugar para chorar e debulhar lamentos. Mas em tierras paraguaias é melhor a galera procurar outro que não o bispo Lugo, atual mandatário-mor do país vizinho. O rapaz tem se mostrado um puro sangue matador no tocante a fazer filho. Garanhão convicto, já assumiu a paternidade de um filho e já há cinco mulheres na fila pleiteando o mesmo status. Que bispo é esse, menino! Quero ver como o ultra-mega-hiper conservador Bento XVI vai enfrentar essa situação. O Paraguai sempre nos surpreende. Que bispo é esse. Portanto, cuidado, garotas, na hora da raiva, nada de ir se queixar com o bispo. Procura alguém mais calminho nas hostes da Igreja. Esse bispo não é mesmo de confiança. É matador!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

A Miss é nossa!

Sorry, paulistas, desculpa aê, rapaziada de um chopes e três pastel, mas a Miss São Paulo, vinda lá de Campinas, é nossa. Baianinha de Salvador, linda morena, mistura de acarajé com bolinho de estudante. Ulalá! O 'pessoar' vai ter que aceitar. A menina aí que vai disputar o concurso de Miss Brasil pelo estado mais rico do país é do lado de cá, do Nordestinho sofrido e renegado. Não precisa de muito esforço para ver que ela é linda. Não sei o seu nome, não sei do que gosta, se lê livros ou se gostaria mesmo é de estar na casa do BBB ou posar nua para a Playboy. Seja lá qual for a graça, e são tantas, essa menina tem apenas 22 anos de pura morenice e sorriso de bela. Pediu para ser linda. Deus atendeu e abusou. Sorte de Campinas. Ela mora lá, lá se criou. Mas deixa prá lá, ela é da Bahia e a gente tem mais é que se orgulhar. Ah, seu nome é Sílvia. Salve, salve, linda Sílvia, o cedro é seu, a coroa paulista é sua. O gostoso de tudo isso, apesar da cafonice extrema desses concursos, é que volta e meia a gente dá umas pancadas na Venezuela, lugar das mulheres mais lindas do mundo. Natália Guimarães chegou a desafiar a república bolivariana da beleza. Sílvia, a baiana, está no caminho. Representa São Paulo, mas tem nosso tempero na cor e no sorriso. É candidata forte. Anotem aí. E manda descer um chopps... a la Sílvia, a Baiana.