Hoje, dia 4 de abril de 2008, faz 40 anos do assassinato do reverendo Martin Luther King Jr., Nobel da Paz de 1964. Quatro anos após ser agraciado com o prêmio máximo do ativismo pela união dos povos, um dos maiores líderes do movimento pelos direitos civis nos EUA e no mundo desapareceu violentamente abatido a tiros um pouco antes de um comício na cidade de Memphis, Tennessee. Apesar de seus milhões de seguidores, King era odiado por muitos segregacionistas do Sul e, por isso, naquele dia de um dos anos mais conturbados e mais significativos para o ativismo político mundial (o ano que não acabou, lembram?), fica a marca forte da morte de um símbolo. Doutor em Teologia Sistemática pela Universidade de Boston, Dr. King Jr. foi uma daquelas figuras que transformaram o mundo para sempre. Depois de "I have a dream", o planeta não foi mais o mesmo. O racismo, o segregacionismo e tantos outros 'ismos' contra o ser humano, certamente, não desapareceram. Em algumas sociedades como a África do Sul do famigerado Apartheid, a separação de raças (conceito velho e ultrapassado), na realidade, se consolidaram e causaram muito repúdio mundo afora. Dr. King não viveu para apertar a mão de um liberto Nelson Mandela. Seria um encontro histórico. A separção permanece, mas por causa de gente como Dr. King Jr. estamos muito mais sensíveis a essa aberração. Rest in peace, Dr. King!sexta-feira, 4 de abril de 2008
Martin Luther King Jr., 40 anos de sua morte
Hoje, dia 4 de abril de 2008, faz 40 anos do assassinato do reverendo Martin Luther King Jr., Nobel da Paz de 1964. Quatro anos após ser agraciado com o prêmio máximo do ativismo pela união dos povos, um dos maiores líderes do movimento pelos direitos civis nos EUA e no mundo desapareceu violentamente abatido a tiros um pouco antes de um comício na cidade de Memphis, Tennessee. Apesar de seus milhões de seguidores, King era odiado por muitos segregacionistas do Sul e, por isso, naquele dia de um dos anos mais conturbados e mais significativos para o ativismo político mundial (o ano que não acabou, lembram?), fica a marca forte da morte de um símbolo. Doutor em Teologia Sistemática pela Universidade de Boston, Dr. King Jr. foi uma daquelas figuras que transformaram o mundo para sempre. Depois de "I have a dream", o planeta não foi mais o mesmo. O racismo, o segregacionismo e tantos outros 'ismos' contra o ser humano, certamente, não desapareceram. Em algumas sociedades como a África do Sul do famigerado Apartheid, a separação de raças (conceito velho e ultrapassado), na realidade, se consolidaram e causaram muito repúdio mundo afora. Dr. King não viveu para apertar a mão de um liberto Nelson Mandela. Seria um encontro histórico. A separção permanece, mas por causa de gente como Dr. King Jr. estamos muito mais sensíveis a essa aberração. Rest in peace, Dr. King!quinta-feira, 3 de abril de 2008
Nós e a dengue, que vergonha!
Mas uma vez, estamos aqui, nessas glebas tropicais, lutando contra mosquitos. Mosquitos nada inocentes, matadores. Exatos 200 anos da chegada da Família Real portuguesa ao Brasil, com muitos mosquitos a reboque, e ainda sofremos e morremos por causa dessa praga. Logicamente que o descalabro em que se encontra o sistema público de saúde brasileiro só tem contribuído para que a situação chegue ao caos que se instalou no Rio de Janeiro. Mas não é só o Rio que deve se preocupar. A dengue avança por quase todas as regiões e caso não tomemos consciência de que essa é uma doença grave e nos impliquemos, a tendência é que vivamos uma pandemia de dengue no Brasil jamais imaginada. Enquanto as autoridades ficam jogando a responsabilidade no colo de um e de outro, a doença vai se alastrando, fazendo vítimas, em especial, crianças, que ainda não têm um sistema imunológico devidamente maduro para enfrentar o vírus. Um horror, uma tristeza, uma vergonha, principalmente quando vemos que a prevenção aqui é aspecto primordial no combate à enfermidade. O grande problema é que as pessoas acham que o mosquito só entrará na casa do vizinho. Ledo engano, foco feito e aninhado, o bicho não perdoa. Portanto, antes que algum de nós ou alguém dos nossos fique doente, vamos fazer a nossa parte. A dengue é perigosa. E é nossa responsabilidade! Vamos fiscalizar potenciais locais de água parada nas nossas casas, mudar nossos hábitos, ficar ligados. Estamos, literalmente, numa guerra! segunda-feira, 31 de março de 2008
44 years ago darkness set in in our country...
March 31st, today, a rainy and, literally, dark day in Salvador, is a date to be put behind us forever. Outrageously, the Brazilian military forces called their coup a revolution, and many generations like mine, for example, grew up being indoctrinated that we were living the times of a legitimate movement. Flat bloody lie as Brits would say! Those were dark days and many people and their families, especially those directly involved in the underground fights against the regime, know what they went through. Torture, assassination, no voice, no rights, just darkness. 20 year of darkness which produced wounds that certainly will take generations to heal. I was just a baby, but I do remember my early childhood days in the interior where we barely knew what was going on in big cities like São Paulo and Rio. There was no TV in our house. The radio was also a luxury and censors would never allow the real truth to reach our ears and our minds. They were pretty good at muffling the population's cries. And to disguise their crimes, like Marie Antoniete in France, they gave us, not bread and circus, but football. Those were the times of Garrincha and Pelé, the two most fantastic Brazilian geniuses of the ball ever. And we proudly rooted for them. The military believed we were rooting for them. We were not. Those were dark days. Today, 44 years later, the only thing we would like to revere is the memories of those who perished because of their ideals of a free Brazil, a free country to all of us. They were the real revolutionaries! So, let's leave this date to History. If possible!domingo, 30 de março de 2008
To the Peter Pan of my life
Seven years ago, precisely, God gave me my Peter Pan. March 29th, the day our beloved city of Salvador reaches 459 years of foundation, my lovely Pedro gets to his 7th year of age. Can a father in this entire world be happier than I am? I doubt it! Pedro is my joy, my lighthouse, my little love, the living proof that makes me feel survived throughout this and, hopefully, many other lives to come. Pedro is my anchor, my harbor, my ocean. Seven years of age. How precious. But he's growing too fast, I think. I miss his baby days already. His first tooth, and now he's losing an entire bunch of them. Big teeth are coming in. My Peter Pan is leaving time behind. This is no good. I tell him: Why don't you stop growing, Pedro Pan? It's so lovely to be a child. Ah, dearest son, your imagination makes me fly with you! What's gonna happen when you come of age? Who's going to tell me all about Ben 10, Pokemon, Bob Sponge and the zillion Cartoon Network's characters? Oh, Pedro, be always my Peter Pan, no matter how tall you become, will ya? This father here has so many things to say, so much love to dedicate, so much... that it gets complicated to put that in words. My Peter Pan is now seven years old. On this day, his family is happier than ever. And we all wish Pedro seven times seven times many seven years forever and ever! God bless you, son!quinta-feira, 27 de março de 2008
Lá vem a 'prosti' com pinta e conversa de modelo...
Supervalorização no reino das 'vagabas'. Ainda a história do ex-governador de Nova Iorque. Como está ficando comum, tem brasileira metida nessas confusões sexuais transglobais. Bem, parece que viramos mesmo centro exportador de prostitutas de luxo que adoram usar o eufemístico substantivo de 'modelo'. Mais uma, de nome Andrea (foto), capixaba, ganha seus 15 minutos de fama e acha que pode faturar com sua história da Carochinha escatológica. Deportada dos EUA, chegou ao Brasil toda metida a celebridade, protegida por um brutamontes e ainda com direito a sair do avião sob escolta para despistar a imprensa. Patético. Durante todo o fim de semana, muita gente quis entrevistá-la. Ela deu lá suas parcas declarações e disse que não pode falar muito, pois quer vender sua história. Pode? Olha, nesse Brasil de absurdos até que pode, mas como os nossos tablóides são mesmo de quinta em todos os aspectos, inclusive o financeiro, a 'moça' vai ter mesmo que tentar um desses bagulhos impressos tipo Daily Mirror ou National Enquirer. O governador já era. Andrea já era. Foi expulsa. Em terras tupiniquins, de GP a modelo, foi um pulo. A menina está descansando com amigos em Vitória. Anda cansada de tanta fama. É verdade. Para ela, 15 minutos é muito. Qual é, Andrea, vai te catar! quinta-feira, 13 de março de 2008
Meu reino, por umas "caras" pererecas!
sexta-feira, 7 de março de 2008
Mulher, eu sei...
Eu sei como cuidar do coração de uma mulher. Será? Às vezes fico na dúvida se realmente conheço as mulheres. Ah, as mulheres! Tão lindas, tão rebeldes, tão inesquecíveis! 8 de março, por decreto, celebra-se o Dia Internacional da Mulher. Aí vem o cliché: todo dia é dia da mulher. E é mesmo. O que seria de nós sem elas? Elas que de fracas não têm nada. Elas que nos deixam na pior quando não vêm em nosso socorro, que arrebentam o nosso coração a todo instante e seguem vida afora, colando, descolando, recolando com surtos de paixão e chuvas de beijinhos o bom e velho garoto que bate aqui dentro do peito. Carente e desamparado. Eternamente desejoso, no cio de um carinho, um afago, um chamego. Ah, as mulheres! É dia delas. Pronto. Nos rendamos à sua força e à sua beleza. Saudemo-nas com galhardia e admitamos que não podemos viver sem elas. Não preciso de um dia especial para desfolhar meus encantamentos pela beleza da mulher. Elas estão mais poderosas do que nunca. Elas já governam o Chile, a Alemanha e podem vir a presidir a maior potência do planeta. Será que uma mulher no comando da Casa Branca transformaria os Estados Unidos em um país menos arrogante? Talvez. Com Hillary Clinton no comando, mesmo destilando a arrogância típica de uma mulher poderosa, a sensibilidade daquela nação, finalmente, se deixaria aflorar. Talvez. Seria uma revolução das rosas... vermelhas. 8 de março. Dia da Mulher. Parabéns, meninas! E eu que não posso viver sem elas...
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